Arquivo de Setembro de 2008

Rodrigo Yoshima

Outubro bombando em Eventos

Nos próximos meses temos eventos interessantes, e estarei participando de alguns. Minha agenda é bem agitada como colunista da MundoJava e proprietário-instrutor-consultor da Aspercom. Além disso, a Aspercom também tem projetos na mesma linha que a Improve It. Falar sobre esses projetos é assunto para outro post, até porque preciso de autorização de clientes e parceiros.

Rails Summit da Locaweb

O Fábio Akita (AkitaOnRails) está fazendo um barulho enorme no blog dele e com razão. Faz um bom tempo que não vejo um evento com uma seleção tão interessante. Muita gente de fora e também feras brazucas. O fato da Locaweb ter disponibilizado o Passenger nos seus planos pode sim agitar a adoção do Rails.

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O que me interessa nesse evento: Chad Fowler e sua palestra sobre “A Evolução de um Framework”; Jay Fields que falará sobre “A Imaturidade dos Testes de Desenvolvedores”; Carlos Villela sobre “Uma Web de Documentos”; George Malamidis e a implementação RESTful do Ruby on Rails; David Chelimsky (do RSpec) sobre Behavior Driven Development (uma das minhas linhas de estudo atuais); Vinícius Manhães Teles sobre empreendedorismo com Ruby on Rails.

Link para o evento: http://www.locaweb.com.br/railssummit

Falando em Agile

falandoagile - falandoagile

Neste evento da Caelum também estarei marcando presença, o pessoal da ThoughtWorks vai estar por lá e a palestra do David Anderson promete muito.

Link para o Evento: http://www.caelum.com.br/falando-em-agile/

Com certeza tirarei algumas fotos para postar uma retrospective aqui.

Rodrigo Yoshima

Requisitos Executáveis com FIT

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Na edição 29 da revista MundoJava escreví sobre o dia a dia de um agilista. Continuando uma série sobre TDD na Revista MundoJava nesta edição escreví um artigo sobre a ferramenta FIT para automação de testes. O artigo teve participação de Ivan Sanchez e James Shore.

O Ivan Sanchez foi o cara que fez o treinamento CSM junto comigo no início de 2007, e teve o azar de cair no mesmo grupo comigo! O Ivan é um agilista e grande evangelista de Coding Dojos. Atualmente trabalha na Signature Technologies no Reino Unido.

James Shore (Jim) é lider do projeto FIT (criado por Ward Cunningham), atua em projetos ágeis desde 1999 (sim, existem projetos ágeis antes do Manifesto Ágil) e escreveu o livro “The Art of Agile Development“.

Uma das coisas legais de escrever na MundoJava é ter contato com esses caras lá de fora e poder trazer estes conteúdos para nossa comunidade. Escrever com o Scott Ambler e o Jon Kern foi muito legal. Este artigo com o James Shore também foi especial. Infelizmente eu recebo mais não do que sim, mas ainda vou continuar insistindo com os mestres! Ah… vocês querem o trecho grátis do artigo, certo? Então aí vai:

Uma das questões comuns é: Quem escreve os dados de teste? Pela estratégia do FIT, os dados de teste são escritos a “oito mãos”. É comum que tudo inicie com o usuário ou cliente e com o analista de negócios, capturando cenários de teste iniciais que formatam alguns critérios de aceitação. Depois disso, um desenvolvedor pode verificar a formatação das tabelas, referenciar as Fixtures e assim obter o RED do ciclo TDD. Ao mesmo tempo os testers podem participar colocando mais cenários. Logicamente, o FIT é uma ferramenta ágil. É importante uma rica colaboração face a face de todos os envolvidos para que exista sucesso na adoção dessa abordagem.

Uma atenção especial deve ser dada ao trabalho do analista de negócios. Atualmente é comum que esses profissionais capturem requisitos em documentos texto e alguns diagramas. Geralmente este tipo de abordagem é muito pobre para o desenvolvedor, principalmente se não existe uma comunicação rica entre eles. Comunicação com documentos é uma forma muito pobre de comunicação (veja artigo “Modelagem Ágil”, MJ 27). Um modelo de requisitos em texto é muito deficiente na maioria das vezes. Pare para pensar: Não existe teste sobre documentos em texto e nem compilador para diagramas!
Rodrigo Yoshima

O que é o FIT e porque se importar com ele? O FIT é parte do seu arsenal ágil de prevenção de bugs. Diferente da abordagem tradicional para a qualidade, onde focamos em encontrar e remover defeitos, as práticas ágeis focam-se primeiramente em previnir que bugs sejam criados. Isso nos leva a alguns resultados impressionantes. Times ágeis experientes produzem poucos bugs por mês.

As “práticas ágeis de engenharia” pregadas pelo Extreme Programming (XP) são parte da solução. Essas técnicas como Test-Driven Development (TDD), programação aos pares, propriedade coletiva do código, design simples e trabalho energizado previne a maioria dos erros de programação. Elas garantem que o código faz exatamente o que os programadores pretendiam que ele fizesse.
James Shore

FIT ou Framework for Integration Testing é uma ferramenta excepcional no auxílio ao desenvolvimento de um software. O cliente (ou analista de negócio) escreve tabelas mostrando o que o sistema deve fazer através de exemplos. O desenvolvedor escreve o código das fixtures, que são as classes que ligam as tabelas com o sistema que está sendo implementado. A partir daí as tabelas se tornam “executáveis” e as regras definidas podem ser validadas de maneira automatizada.

FitNesse é a implementação mais popular de FIT, que funciona na forma de um wiki. Cada página representa um teste executável e é possível executar múltiplas páginas para validar um sistema como um todo. Além disso, por se tratar de um wiki, favorece a colaboração entre cliente e desenvolvedores, podendo servir como uma ótima base de conhecimento sobre o sistema que está sendo construído.
Ivan Sanchez

O FIT é uma ferramenta muito interessante: Uma coisa que chama a atenção em projetos onde utilizamos o FIT é que produzir as tabelas com os dados de teste é uma atividade de modelagem intensa. Modelar não é fazer diagramas, é muito mais profundo do que isso!

Já nas bancas!

Rodrigo Yoshima

Agile@BSB Restrospective

Aqui estão as fotos e fatos do final de semana ágil em Brasília.

Chopp Ágil DF

Na sexta-feira rolou o Chopp Ágil DF, conforme publicado no post anterior.

IMG 1985 - IMG 1985
Presença do Pessoal

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“Arte Agile”

Workshop Scrum

Mais uma turma finalizada e com ótimas avaliações dos nossos alunos! Nesta turma em especial, tentamos responder as questões de devem assolar o cerrado: “Como colocar um ambiente ágil em projetos e licitações do Governo?”. A conclusão que sempre chegamos é que de fato contratos de escopo fechado e BRUF são muito dispendiosos. Sim, é possível ter um ambiente iterativo com escopo fechado, porém, você sofrerá com a gestão de mudanças irracional e o cliente sofrerá com aqueles 60% a 100% de “gordura” que o fornecedor colocará no contrato.

turma1 - turma1
Todo mundo

turma2 - turma2
Equipe 1

turma3 - turma3
Equipe 2 (por que eles riem tanto?)

turma4 - turma4
Adoro esses “artefatos ágeis” que surgem do nada e ajudam muito os alunos.

turma5 1 - turma5 1
Isso é um mapa de navegação de um site de rede social.

turma6 - turma6
Scrum-Ban semi-digital.

turma7 - turma7
Opinião no nosso amigo Narixx sobre o peso do rinoceronte (depois de saber que um avestruz pesa 135Kg).

Fatos interessantes:

- Perguntei para dois brasilienses sobre como funcionava o esquema dos endereços em Brasília, ambos falaram que é “muito simples” e depois entraram em discussão entre eles sobre como funcionava tal esquema.

- Em Brasília tem um Standcenter / Promocenter muito maior que o que havia em São Paulo. É a feirinha do Paraguai. Produtos excelentes com procedência duvidosa e 3 meses de garantia.

- Brasília é mais bonita ao vivo do que em fotos.

Não deixe de também de olhar o post do Rafael Benevides no seu blog. Aliás, o Rafael contribuiu muito para que essa turma se disponibilizasse no DF. Obrigado novamente Rafael!

No dia 18 de outubro teremos uma nova turma em Brasília. Ainda não está divulgada no nosso site, porém será em algum hotel a definir. Para se inscrever envie um mail para rodrigoy@aspercom.com.br. O programa, preços e condições também estão no nosso site.

Rodrigo Yoshima

Chopp Ágil DF

Estarei neste sábado ministrando o nosso Workshop Scrum em Brasília e aproveitei para marcar um Happy Hour com os agilistas locais (presença confirmada do pessoal da AgilDF, Rafael Benevides, Narixx, Renato Willi só para citar alguns).

choppagil3 - choppagil3
(fazendo um anúncio de maneira ágil)

PMPs, CMMistas, Cascateiros, Ganttistas, Cowboys Heróicos também podem participar, desde que não defendam Waterfall.

Acessem: http://www.barazeitedeoliva.com.br/

Rodrigo Yoshima

JustJava 2008

justjavalogo - justjavalogo
Estive presente no JustJava 2008 onde apresentei a palestra “Mitos do Desenvolvimento de Software e Soluções Ágeis” (que logo em seguida teve a muvuca sobre Agilidade e Testes, muito boa por sinal). Também estive presente no Painel sobre Metodologias Ágeis mediada pelo Jorge Diz. Minha apresentação no SlideShare:

Fiz um esforço descomunal para não constar coisas da moda sobre Agilidade nesta apresentação. Até me arrependí do título. Dei um foco maior no “básico” (o cliente, o time e a iteratividade). Acreditem, o básico é o que o mercado precisa digerir neste momento. No fim muitas pessoas gostaram e até riram das piadas. Ganhei nota 8.5 do Prof. Papo, então, acho que fui bem (não estou muito acostumado a palestrar).

Troquei idéia com muita gente e reencontrei velhos amigos como os “Thiagos” da época da Datasul, donos do projeto Floggy.

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Timba, eu e o “Thiago Doido”

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Prof. José Paulo Papo, eu e Prof. Eduardo Guerra (”O editor-chefe”)

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Mesa do Debate

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Eu…

Desde o início deste ano estou separando agenda para poder comparecer e palestrar em eventos. Parabéns a todos pela organização e com certeza estarei presente em 2009.

Rodrigo Yoshima

Scrum no Banco Indusval Multistock

Na semana passada ministrei nosso Workshop Scrum para uma turma de 20 pessoas do Banco Indusval Multistock.

O Banco Indusval Multistock S.A. é um banco privado com 40 anos de experiência de atuação no mercado financeiro brasileiro. Desde 1993, suas atividades encontram-se focadas em um dos segmentos que o Banco considera dos mais atrativos do mercado de crédito: crédito a empresas médias.

A equipe deles desenvolve seus softwares em PHP e busca utilizar o Scrum como mecanismo de controle de projeto para iniciar uma melhoria de seus processos, buscando uma melhor interação entre o desenvolvimento e as áreas de negócio. Este tipo de necessidade beneficia muito a adoção do Scrum, pois toda instituição financeira é bem focada na busca por resultados rápidos.

Seria muito legal se esta moda pegasse em grandes instituições financeiras como Itaú, Bradesco, Unibanco e muitos outros! Infelizmente os projetos que desenvolví para grandes bancos sempre eram escopo fechado, foco em documentação e mais alguns toques cascateiros. Uma coisa para os CIOS dessas empresas pensarem a respeito.

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