Nas últimas semanas tivemos vários relatos de empresas do Planalto Central adotando práticas ágeis em projetos para o Governo. Na semana passada ministrei o nosso
curso Scrum para o pessoal da
Infraero.
Mais uma vez os questionamentos são baseados nos famosos “projetos de escopo fechado”. E após muitas discussões (construtivas) é fato que a legislação de contratação de outsourcing para o governo ferem as práticas ágeis. Porém, na minha opinião, existem maneiras de ao menos cobrar desenvolvimento iterativo dos fornecedores para reduzir o risco com entregas parciais.



Para quem não conhece, a InfoQ estará abrindo as portas aqui no Brasil e temos um evento de lançamento no dia 01/11 (sábado) com a presença de muitas pessoas das comunidades Agile, C#, Rails e etc… Estarei presente participando de mais um painel sobre Métodos Ágeis (Mais uma vez… tá vendo? Quem mandou não estudar mais sobre arquitetura?)
Link para as incrições: http://www.fratech.net/infoq

Tive uma dúvida nos últimos tempos.
Fiquei bem surpreso como nos dois últimos eventos de Java falamos muito sobre Ruby e Rails (TDC e JustJava). Digo isso não nas palestras, mas sim nos bate-papos. Eu confesso! Nos últimos eventos gostei mais das conversas nos intervalos do que das palestras.
A minha dúvida era: “Se num evento de Java se fala muito sobre Ruby, o que se fala num evento de Ruby?”. Para minha surpresa, o que se fala muito num evento de Ruby é BUSINESS. Isso mesmo! O Rails Summit da Locaweb teve muito bate papo sobre negócios e como ganhar dinheiro com software. O que mais me chamou a atenção foi uma “certa aversão” ao termo Agile nas conversas dentro e fora das palestras. O Guilherme Chapiewski ficou meio revoltado quando eu disse que logo vão exigir “Scrum Masters Certificados” nas licitações (sim… eu ouví esse papo nas minhas andanças no Planalto Central). O Shoes foi categórico: “Não falo sobre Agile”. Já com o Vinicius Teles, batemos muito papo sobre negócios, produtos, não trocamos uma palavra sequer sobre Agile. Também estavam presentes muitos outros agilistas, railers, gujeiros, alunos da Aspercom e etc…
Leia o restante deste artigo »