Nas últimas semanas tivemos vários relatos de empresas do Planalto Central adotando práticas ágeis em projetos para o Governo. Na semana passada ministrei o nosso curso Scrum para o pessoal da Infraero.
Mais uma vez os questionamentos são baseados nos famosos “projetos de escopo fechado”. E após muitas discussões (construtivas) é fato que a legislação de contratação de outsourcing para o governo ferem as práticas ágeis. Porém, na minha opinião, existem maneiras de ao menos cobrar desenvolvimento iterativo dos fornecedores para reduzir o risco com entregas parciais.