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	<title>Comentários sobre: O que matou o RUP pode matar o Agile</title>
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	<description>O blog da ASPERCOM Treinamentos   www.aspercom.com.br</description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Jan 2012 15:20:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Fabiano</title>
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		<dc:creator>Fabiano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 17:47:07 +0000</pubDate>
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		<description>Simplesmente fantástico suas colocações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Simplesmente fantástico suas colocações.</p>
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	<item>
		<title>Por: #ffffuuuuconf &#171; Gandralf&#39;s Blog</title>
		<link>http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-11870</link>
		<dc:creator>#ffffuuuuconf &#171; Gandralf&#39;s Blog</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 21:06:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Minha experiêcia diz que, em geral, somos péssimos para entender e, por extensão, aplicar novos conceitos. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Minha experiêcia diz que, em geral, somos péssimos para entender e, por extensão, aplicar novos conceitos. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Marco Fernandes</title>
		<link>http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-11697</link>
		<dc:creator>Marco Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 13:53:40 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo,
excelente sua forma de falar (escrever) e tem razão ao criticar os modelos aplicados nas empresas. O que a gente mais tem visto são gestores cheios de certificações e pouquíssimo bom senso. É preciso ter controle, mas gastar 50% do seu dia preenchendo formulários e planilhas pra ter controle é demais. Como ser ágil quando se gasta tanto tempo controlando ?
E pior, com o advento das fábricas de software os clientes (usuários) estão cada vez mais distantes dos desenvolvedores. Ou seja, o famoso telefone sem fio... quando o requisito chega na mão do desenvolvedor já não tem nada a ver com o que foi pedido.
Assisti de camarote a migração de um sistema em Powerbuilder para Java, mas partindo do zero, sem reaproveitar nada. Começaram pelos casos de uso com uma empresa terceirizada X onde havia alta rotatividade de analistas... cada caso de uso ficou de um jeito e sem nenhuma profundidade... com aquele caso de uso dava pra fazer várias implementações que atendiam plenamente o que estava escrito... depois contrataram uma empresa Y para implementar o código porque eles afirmaram que o projeto que demorava N meses dava pra entregar em metade do tempo. E quem vendeu a implementação usou os casos de uso para cobrar, mas quando chegou na mão de quem ia implementar disseram &quot;mas este caso de uso precisa de um detec (detalhamento técnico)&quot;. Resultado que a empresa contratante teve que fazer um detec para cada caso de uso, ou seja, refazer todo requisito que já haviam pago para empresa X e pra variar descobriram ao detalhar que muitos casos de uso não se falavam entre si e tinham falhas graves de requisito. Por sorte (ou azar, não sei) a empresa Y topou implementar durante a elaboração dos detecs, mas imagina o risco de retrabalho. Enfim, em quase duas vezes N meses ainda vejo o seguinte cenário: metade do sistema está em produção funcionando, outra metade está em desenv/testes e devido a demora já temos outros vários pacotes de entrega com alterações dos requisitos (evolutivo/corretivo).
Parece que escolheram todas as metodologias e não usaram nenhuma. Gastaram o dobro do preço, o dobro do tempo e não tem ninguém satisfeito com o resultado.
Como vc sintetizou bem em seu artigo, paga-se caro pela falta de conhecimento/entendimento de metodologias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,<br />
excelente sua forma de falar (escrever) e tem razão ao criticar os modelos aplicados nas empresas. O que a gente mais tem visto são gestores cheios de certificações e pouquíssimo bom senso. É preciso ter controle, mas gastar 50% do seu dia preenchendo formulários e planilhas pra ter controle é demais. Como ser ágil quando se gasta tanto tempo controlando ?<br />
E pior, com o advento das fábricas de software os clientes (usuários) estão cada vez mais distantes dos desenvolvedores. Ou seja, o famoso telefone sem fio&#8230; quando o requisito chega na mão do desenvolvedor já não tem nada a ver com o que foi pedido.<br />
Assisti de camarote a migração de um sistema em Powerbuilder para Java, mas partindo do zero, sem reaproveitar nada. Começaram pelos casos de uso com uma empresa terceirizada X onde havia alta rotatividade de analistas&#8230; cada caso de uso ficou de um jeito e sem nenhuma profundidade&#8230; com aquele caso de uso dava pra fazer várias implementações que atendiam plenamente o que estava escrito&#8230; depois contrataram uma empresa Y para implementar o código porque eles afirmaram que o projeto que demorava N meses dava pra entregar em metade do tempo. E quem vendeu a implementação usou os casos de uso para cobrar, mas quando chegou na mão de quem ia implementar disseram &#8220;mas este caso de uso precisa de um detec (detalhamento técnico)&#8221;. Resultado que a empresa contratante teve que fazer um detec para cada caso de uso, ou seja, refazer todo requisito que já haviam pago para empresa X e pra variar descobriram ao detalhar que muitos casos de uso não se falavam entre si e tinham falhas graves de requisito. Por sorte (ou azar, não sei) a empresa Y topou implementar durante a elaboração dos detecs, mas imagina o risco de retrabalho. Enfim, em quase duas vezes N meses ainda vejo o seguinte cenário: metade do sistema está em produção funcionando, outra metade está em desenv/testes e devido a demora já temos outros vários pacotes de entrega com alterações dos requisitos (evolutivo/corretivo).<br />
Parece que escolheram todas as metodologias e não usaram nenhuma. Gastaram o dobro do preço, o dobro do tempo e não tem ninguém satisfeito com o resultado.<br />
Como vc sintetizou bem em seu artigo, paga-se caro pela falta de conhecimento/entendimento de metodologias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Papéis na transição do modelo tradicional para o Scrum &#171; Keep Thinking</title>
		<link>http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-11066</link>
		<dc:creator>Papéis na transição do modelo tradicional para o Scrum &#171; Keep Thinking</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 05:06:22 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Muitas empresas pecam na transição de modelos tradicionais para metodologias ágeis simplesmente por apenas converter o antigo em novo, sem reservar tempo para estudar e avaliar os conceitos envolvidos e as diferenças nas formas de pensamento. Assim, acabam por evitar mudanças (as vezes propositalmente, visando evitar conflitos) que seriam essenciais para obterem sucesso na reestruturação que desejam. Seria algo como: Continuar fazendo as mesmas coisas apenas com uma cara nova, e esperar um resultado diferente&#8230; Além de ter mínimas chances de sucesso, ainda contribuem para gerar má fama para os métodos que pensam estar adotando, causando distorções (como as que mataram o RUP, por exemplo)&#8230; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Muitas empresas pecam na transição de modelos tradicionais para metodologias ágeis simplesmente por apenas converter o antigo em novo, sem reservar tempo para estudar e avaliar os conceitos envolvidos e as diferenças nas formas de pensamento. Assim, acabam por evitar mudanças (as vezes propositalmente, visando evitar conflitos) que seriam essenciais para obterem sucesso na reestruturação que desejam. Seria algo como: Continuar fazendo as mesmas coisas apenas com uma cara nova, e esperar um resultado diferente&#8230; Além de ter mínimas chances de sucesso, ainda contribuem para gerar má fama para os métodos que pensam estar adotando, causando distorções (como as que mataram o RUP, por exemplo)&#8230; [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Nascimento &#187; Blog Archive &#187; Não se iluda com o Scrum de prateleira</title>
		<link>http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-10204</link>
		<dc:creator>André Nascimento &#187; Blog Archive &#187; Não se iluda com o Scrum de prateleira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 04:55:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] O que matou o Rup pode matar o Agile &#8211; Rodrigo Yoshima. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O que matou o Rup pode matar o Agile &#8211; Rodrigo Yoshima. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Christian Cleber Masdeval Braz</title>
		<link>http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-9803</link>
		<dc:creator>Christian Cleber Masdeval Braz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:26:05 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Rodrigo! 

Muito legal seu texto e esse resumo histórico que vc colocou com suas experiências. Sou também um desenvolvedor da década de 90 e passei por algumas coisas parecidas. Gostei principalmente da sua análise sobre as más interpretações que as pessoas fazem dos novos conceitos que surgem. E é incrível como geralmente são essas pessoas que estão em posição de decisão nas empresas. 

Não sou nenhum especialista em RUP e muito menos em métodos ágeis mas com uma lida no livro do Craig Larman - Utilizando UML e Padrões - acho que compreendi bem o espírito do PU de iterações, abraçar a mudança, não planejar muito para o futuro porque será apenas meras especulações e feedbacks constantes. Quer dizer, logo na primeira leitura aquilo foi uma iluminação pois tudo faz muito sentido e não compreendo como alguém pode interpretar tudo tão equivocadamente a ponto de de dizer que &quot;na fase de concepção deve-se levantar todos os requisitos&quot;. Acho que essas pessoas têm severos déficits de comprensão de texto e saem por aí falando bobeiras. Na empresa onde trabalho recentemente foi adotado o RUP como processo visando atingir o CMM nivel 2. Foi incrível o número de controvérsias e más interpretações e no final foi gerado um processo pesado e burocrático (como se fosse isso que o CMM prega). 

Sou um afiquicionado por OO e acho que compreendo bem os conceitos de modelagem. Gostei quando vc diz: &quot;A gente acreditava que a Orientação a Objetos resolveria todos os nossos problemas, mas 15 anos depois ainda temos modelos anêmicos e pessoas sem a mínima noção do que são dependências ou mensagens querendo discutir OO em fóruns colocando sua pilha de certificações na sua assinatura de e-mail.&quot; As empresas adotam Java acreditando que terão automaticamente as vantagens da OO mas o que vejo ser produzido nos projetos são códigos mal projetados (com métodos extensos e classes sem significado)  e nenhuma preocupação em modelarem o domínio da aplicação. E o pior que no final, como todos os artefatos foram produzidos, eles acham que o produto tem uma ótima qualidade. Bullshit!

A meu ver o código é o artefato mais importante gerado e isso tem que ser feito com todo o cuidado e dedicação. Um bom código é auto-explicativo, dispensa documentação e pode ser alterado sem muita dificuldade. Por isso penso que as atividades de anáilse e projeto deveriam ser as mais valorizadas e intensificadas com terinamento nas empresas. O grosso do trabalho de desenvolvimento, e também a parte mais difícil, é um bom projeto e é nisso que as empresas deveriam apostar suas fichas, mehorando a habilidade de seus programadores em analisar e projetar. 

Recentemente vc esteve em minha cidade, Campo Grande, dando um treinamento organizado pelo Lucas (Landir). Na ocasião não pude participar mas quem sabe no próximo. 

Continue o bom trabalho e até a próxima!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Rodrigo! </p>
<p>Muito legal seu texto e esse resumo histórico que vc colocou com suas experiências. Sou também um desenvolvedor da década de 90 e passei por algumas coisas parecidas. Gostei principalmente da sua análise sobre as más interpretações que as pessoas fazem dos novos conceitos que surgem. E é incrível como geralmente são essas pessoas que estão em posição de decisão nas empresas. </p>
<p>Não sou nenhum especialista em RUP e muito menos em métodos ágeis mas com uma lida no livro do Craig Larman &#8211; Utilizando UML e Padrões &#8211; acho que compreendi bem o espírito do PU de iterações, abraçar a mudança, não planejar muito para o futuro porque será apenas meras especulações e feedbacks constantes. Quer dizer, logo na primeira leitura aquilo foi uma iluminação pois tudo faz muito sentido e não compreendo como alguém pode interpretar tudo tão equivocadamente a ponto de de dizer que &#8220;na fase de concepção deve-se levantar todos os requisitos&#8221;. Acho que essas pessoas têm severos déficits de comprensão de texto e saem por aí falando bobeiras. Na empresa onde trabalho recentemente foi adotado o RUP como processo visando atingir o CMM nivel 2. Foi incrível o número de controvérsias e más interpretações e no final foi gerado um processo pesado e burocrático (como se fosse isso que o CMM prega). </p>
<p>Sou um afiquicionado por OO e acho que compreendo bem os conceitos de modelagem. Gostei quando vc diz: &#8220;A gente acreditava que a Orientação a Objetos resolveria todos os nossos problemas, mas 15 anos depois ainda temos modelos anêmicos e pessoas sem a mínima noção do que são dependências ou mensagens querendo discutir OO em fóruns colocando sua pilha de certificações na sua assinatura de e-mail.&#8221; As empresas adotam Java acreditando que terão automaticamente as vantagens da OO mas o que vejo ser produzido nos projetos são códigos mal projetados (com métodos extensos e classes sem significado)  e nenhuma preocupação em modelarem o domínio da aplicação. E o pior que no final, como todos os artefatos foram produzidos, eles acham que o produto tem uma ótima qualidade. Bullshit!</p>
<p>A meu ver o código é o artefato mais importante gerado e isso tem que ser feito com todo o cuidado e dedicação. Um bom código é auto-explicativo, dispensa documentação e pode ser alterado sem muita dificuldade. Por isso penso que as atividades de anáilse e projeto deveriam ser as mais valorizadas e intensificadas com terinamento nas empresas. O grosso do trabalho de desenvolvimento, e também a parte mais difícil, é um bom projeto e é nisso que as empresas deveriam apostar suas fichas, mehorando a habilidade de seus programadores em analisar e projetar. </p>
<p>Recentemente vc esteve em minha cidade, Campo Grande, dando um treinamento organizado pelo Lucas (Landir). Na ocasião não pude participar mas quem sabe no próximo. </p>
<p>Continue o bom trabalho e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fabio</title>
		<link>http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-9681</link>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 18:35:17 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de agradecer por seu artigo! 

Nem tanto pelos conceitos que ele apresentou mas por me fazer relembrar os anos 90, principalmente os clientes! Foi uma volta ao passado, as horas junto com grupos de desenvolvedores comendo amendoim e tomando coca-cola, um ajudando o outro e todo mundo jogando &quot;karateka&quot; ou &quot;Lost World&quot; na hora do almoço!

E tinha os clientes malas que toda hora tinham uma idéia nova para o sistema. Me lembro de uma secretária já senhora que desceu umas três vezes até o &quot;CPD&quot; para me pedir uma alteração em um relatório, na quarta vez eu disse: &quot;Senhora, isso aqui não é fast-food de programa não!&quot; Foi um auê, tive que falar com o diretor e tudo mais. 

Saudades dessa época em que desenvolver era pura diversão, fazíamos porque gostávamos da coisa.

Obrigado Rodrigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de agradecer por seu artigo! </p>
<p>Nem tanto pelos conceitos que ele apresentou mas por me fazer relembrar os anos 90, principalmente os clientes! Foi uma volta ao passado, as horas junto com grupos de desenvolvedores comendo amendoim e tomando coca-cola, um ajudando o outro e todo mundo jogando &#8220;karateka&#8221; ou &#8220;Lost World&#8221; na hora do almoço!</p>
<p>E tinha os clientes malas que toda hora tinham uma idéia nova para o sistema. Me lembro de uma secretária já senhora que desceu umas três vezes até o &#8220;CPD&#8221; para me pedir uma alteração em um relatório, na quarta vez eu disse: &#8220;Senhora, isso aqui não é fast-food de programa não!&#8221; Foi um auê, tive que falar com o diretor e tudo mais. </p>
<p>Saudades dessa época em que desenvolver era pura diversão, fazíamos porque gostávamos da coisa.</p>
<p>Obrigado Rodrigo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Humberto</title>
		<link>http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-9664</link>
		<dc:creator>Humberto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:21:06 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente artigo,

Resumindo: O que vale não são as técnicas, diagramas ou ferramentas mas sim os princípios.
Desde que os princípios sejam bem compreendidos, vc pode até inventar uma metodologia XPTO e chamar de ágil que funcione para a sua empresa.

Aliás antes do Tonhão, a Toyota ja utilizava esses princípios há mais de 30 anos. Leia o livro &#039;O Modelo Toyota - The Toyota Way&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo,</p>
<p>Resumindo: O que vale não são as técnicas, diagramas ou ferramentas mas sim os princípios.<br />
Desde que os princípios sejam bem compreendidos, vc pode até inventar uma metodologia XPTO e chamar de ágil que funcione para a sua empresa.</p>
<p>Aliás antes do Tonhão, a Toyota ja utilizava esses princípios há mais de 30 anos. Leia o livro &#8216;O Modelo Toyota &#8211; The Toyota Way&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Marsicano</title>
		<link>http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-9662</link>
		<dc:creator>Alexandre Marsicano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 15:17:42 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo,

Parabéns pela matéria, me fez retornar àquela época em que fui desenvolvedor no final dos anos 80 e inicio dos 90.

Naquela época o desenvolvimento de software era divertido mas sem deixar de ser responsável. Fazíamos software como se estivessemos escrevendo um livro ou pintando um quadro, era feito por paixão e não por um real à mais no valor/hora.

Sei que isso vai soar como algo surrealista, mas vale a pena perguntar para quem viveu aquela época dentro de empresas desenvolvendo sistemas com dbase, clipper, c(ansi), delphi, vb 3, pascal e etc. 

Eu acho que vale a pena resgatar esses assuntos, não como saudosismo, mas sim como conhecimento de como as coisas funcionavam muito melhor.

De qualquer forma o que vale sempre é o bom senso de se analisar cada projeto com suas peculiaridades e definir de forma pensada e inteligente a maneira mais adequada de tocá-lo. A tal busca de respostas fáceis que você citou se traduz em erros fatais na condução de projetos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,</p>
<p>Parabéns pela matéria, me fez retornar àquela época em que fui desenvolvedor no final dos anos 80 e inicio dos 90.</p>
<p>Naquela época o desenvolvimento de software era divertido mas sem deixar de ser responsável. Fazíamos software como se estivessemos escrevendo um livro ou pintando um quadro, era feito por paixão e não por um real à mais no valor/hora.</p>
<p>Sei que isso vai soar como algo surrealista, mas vale a pena perguntar para quem viveu aquela época dentro de empresas desenvolvendo sistemas com dbase, clipper, c(ansi), delphi, vb 3, pascal e etc. </p>
<p>Eu acho que vale a pena resgatar esses assuntos, não como saudosismo, mas sim como conhecimento de como as coisas funcionavam muito melhor.</p>
<p>De qualquer forma o que vale sempre é o bom senso de se analisar cada projeto com suas peculiaridades e definir de forma pensada e inteligente a maneira mais adequada de tocá-lo. A tal busca de respostas fáceis que você citou se traduz em erros fatais na condução de projetos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: O que matou o RUP pode matar o Agile &#124; Arquitetura da Informação</title>
		<link>http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-8357</link>
		<dc:creator>O que matou o RUP pode matar o Agile &#124; Arquitetura da Informação</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 17:35:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.aspercom.com.br/2009/09/29/o-que-matou-o-rup-pode-matar-o-agile/#comment-8357</guid>
		<description>[...] Veja artigo completo no blog da Aspercom [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Veja artigo completo no blog da Aspercom [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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